acordei com o bater cadenciado da chuva no vidro da minha janela. Epreguicei-me e saí da cama sem vontade...puxei a persiana e constatei um dia de puro inverno. O vento asobiava e partia o galhos mais frágeis das árvores.
Este tempo evocou em mim memórias passadas, o tempo da minha infancia...meus avós que há muit patiram, pareceram reviver nestas lembranças.
Como chovia...saía da escola e dirigia-me com alegria para casa da minha avó; despia o casaco molhado e sentava-me à lareira, onde ardiam fortes toros de madeira.
Minha querida avó contava-me contos de rei e rainhas, fadas e duendes...eu no meu entusaiasmo infantil sentia-me princesa por um dia. O rumor do vento contribuia para personificar a história; meu avõ ouvia e assentia( saudades)..., enquanto assava toucinho para comer com o naco de pão.
A chama do foga elevava-se e a chuva batia forte...como nesta manhã de pleno outubro, onde não esistem mais histórias de encantar!
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